Se todos os dias são iguais, torne-se diferente

Yvonne

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Brasileira, ariana nascida no Rio de Janeiro, morando atualmente em Guarapari, mulher, esposa e mãe. Gosto de artes em geral, de ler, de trocar idéias, de praia, de cinema, de tomar cerveja e de dar boas gargalhadas.

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04.12.2007 - NOTÍCIAS





Amigos,

Para quem viajou para o Rio achando que iria ser o fim do mundo, até que a minha viagem foi agradável. Fomos eu e o maridão na terça à noite e eu dormi relativamente bem. Ainda assim, quando chegamos na casa do meu irmão, tiramos mais uma soneca, porque dormir em ônibus não é lá essas coisas. Na hora do almoço, saímos para comer alguma coisa em uma lanchonete que fica em uma galeria perto de casa e aconteceu um episódio que nos fez rir demais e que na realidade não tem graça alguma, chega a ser humor negro e politicamente incorreto, mas não consegui me controlar.

Observando as pessoas andando na galeria, me dei conta de que vez por outra passava alguém puxando da perna. Me assustei quando chegou a quarta pessoa e virei para o meu marido e disse assim: "Vamos sair correndo daqui porque tem uma espécie de bactéria solta no ar fazendo com que os transeuntes tenham uma pequena deficiência física". Acabei de falar e apareceu outro e mais outro e mais outro. Cada um que ia entrando, a gente soltava gargalhadas e isso tudo no espaço de tempo de uma hora mais ou menos. Não estava rindo das pessoas (Deus me livre de uma grosseria dessa) e sim da situação mais do que bizarra. Amigos, foram 12 pessoas. Quando pedimos a conta, indaguei ao funcionário se naquele prédio havia uma clínica de fisioterapia ou algo parecido e ele respondeu que não. Amigos, foi ou não foi estranho?

Piadinha incidental no meio do post que grande parte de vocês deve conhecer, mas ainda assim contarei aqui:

Era um cara que não podia paquerar mulher alguma porque quando chegava na hora H, ele se borrava todo. Resolveu fazer psicoterapia, ficou algum tempo com o médico e depois sumiu. Um belo dia o médico o vê em uma festa de carnaval com uma moreníssima de um lado e uma loura gostosona do outro. O médico se aproxima e diz: "Fulano, que bom te ver com esses dois aviões do seu lado, vejo que você superou o seu problema". O cara responde:"Doutor, a melhor coisa que fiz na minha vida foi aquela terapia. Veja só: eu continuo com o mesmo problema e neste momento estou todo cagado, mas feliz para caramba."

Saindo de lá, fomos falar com o nosso advogado e ficamos que nem o cara acima. Continuamos abarrotados de problemas com a possibilidade de aparecerem outros, os dois cagados, mas felizes prá caramba. Das cinco questões que levamos para ele, ele vai resolver três, uma vai passar adiante para uma colega de confiança e a quinta já está solucionada. Pois é queridos, sua amiga está que nem os astros e estrelas americanos, cheia de advogados. Para quem era virgem neste quesito, acho que estou com toda bola.

Curtimos o resto do dia visitando lugares no centro da cidade que nos são caros, depois fomos jantar com a família dele e por último mimir porque ninguém é de ferro. No outro dia o maridão voltou para cá bem cedo, fui tratar de assuntos outros que não são problemas propriamente ditos e finalmente pude curtir um pouquinho mais de felicidade nos dias em que lá fiquei ao lado dos parentes e das minhas queridas amigas. Ganhei os presentes de Natal antecipadamente e vou ficar devendo os meus. No ano que vem, tenho fé em Deus que retribuirei a altura. É um grupo de amigas, ex-colegas de trabalho em sua grande maioria, com uma amizade que dura 30 anos. Já deu tempo o suficiente para uma ter inveja do sucesso da carreira da outra, das solteiras ou separadas botarem olho grande na vida das casadas, das casadas terem inveja da liberdade e possibilidade das solteiras ou separadas saírem por aí fazendo grandes merdas e todas as demais baixarias, rsrsrs. Somos um grupo "Sex and the city" dos trópicos e eu me sinto muito feliz com isso. Abaixo da minha família, minhas amigas são o maior tesouro da minha vida.

E quem foi que falou que a violência de um grande centro não pode ser motivo de risos? Estava eu andando pela rua, toda lindona depois de ter ficado duas horas em um salão, quando liguei para a minha amiga Rejane para avisar que já estava chegando ao local do encontro de amigas. Aproxima-se um pivete com um volume debaixo da camisa e diz para mim: "Tia!!!! Passa o celular!!!!!". Eu humildemente estiquei o braço para entregar o telefone quando ele se vira para mim e diz assim: "Essa porcaria eu não quero, é muito feio". Nesse momento apareceram uns homens e ele saiu correndo. Mal sabia ele que eu tenho dois celulares: um lindão com prefixo 27 e outro antigo do Rio com prefixo 21 que eu pago 25,00 de conta por mês, nunca uso e os créditos ficam acumulados para quando eu visitar o Rio. É mole? Um meliante curtiu com a minha cara. Mal sabe ele que o meu celular é pobrinho, porém limpinho, rsrsrs.

Foram dias de muitas atividades e no sábado fiquei o dia inteiro à disposição do meu irmão que sente muita falta de mim. De noite voltei para casa e não consegui pregar os olhos no ônibus. Passei o domingo e a segunda cansada demais. É impressionante como uma noite sem dormir acaba com um ser humano.

Queridos, o astral melhorou, conforme vocês tiveram a oportunidade de saber pelo acima relatado. Até tive vontade de ir dançar em uma boate quando o meu irmão colocou o último CD da Madonna que, por razões que desconheço, nem pensei em comprar, apesar de considerá-la uma ídala. É incrível como essa cantora me faz bem.

Bom, não pude visitar o meu netinho. Até poderia ter tido a possibilidade, mas não tenho condições emocionais de arrumar mais problemas que os meus pobres ombros conseguem suportar. Quando o ódio diminuir e as pessoas envolvidas entenderem que a minha família é o que existe de melhor neste mundo, elas começarão a arriar as calças.

Amigos, para terminar, tirei a minha foto, como também o meu e-mail do blog. Tenho recebido mensagens de pessoas que não escrevem comentários, mas que encaminham e-mails pelos mais diversos motivos. O último deles foi o fato de ter dito que eu me apaixonei pela Débora Falabella (leiam o penúltimo post abaixo). Um grupo de mulheres gays interpretaram que também sou uma delas e estão me assediando. É incrível que em pleno terceiro milênio as pessoas não se dão conta de que existe gente que gosta de fazer rasgados elogios de forma apaixonada. O que se pode fazer? Da mesma maneira, nunca mais escreverei os nomes dos meus parentes. Agora vai ser maridão, filhota, filhote, irmão, titia e por aí afora. A única exceção vai ser o Bolinha que vem a ser o meu cachorro. Se ainda assim aparecerem zoófilos neste espaço, também tomarei alguma providência, rsrsrs.

É mister esclarecer que foi a linda Grace que ajeitou o meu bloguinho enquanto estive fora. Sim, ela está muito bem, envolvida com um monte de probleminhas gostosos que eu chego até a ter inveja. Ainda bem que Deus é pai e não permitiu que ela caísse em desgraça por causa de sua doença. Está se recuperando de forma impressionante e salvo algumas poucas seqüelas do AVC que estão diminuindo a cada dia que passa, todo resto está perfeito. Chega a ser uma pena ela não fazer mais parte da blogosfera, mas é melhor assim.

No mais, está tudo bom. Visitarei vocês hoje até não sei que blog e só será possível ler o último post, visto que depois de um tempão fora, há muita coisa para tomar conhecimento.

Beijocas carinhosas

Yvonne

P.S.: Então ficamos combinados assim, depois de amanhã (06.12.2007) todos nós iremos visitar a Ana Pontes que estreará idade nova. Já ouvi falar que os comes e bebes serão fartíssimos. Como de hábito levarei as minhas latinhas de Skol, porque a farra vai durar a noite inteira.