Se todos os dias são iguais, torne-se diferente

Yvonne

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Brasileira, ariana nascida no Rio de Janeiro, morando atualmente em Guarapari, mulher, esposa e mãe. Gosto de artes em geral, de ler, de trocar idéias, de praia, de cinema, de tomar cerveja e de dar boas gargalhadas.

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ABAIXO AS MULHERES



Amigos,

Tomei uma drástica decisão: na próxima encarnação eu serei homem. Hoje não estou gostando das mulheres por um motivo muito bobo - o banheiro público. Vocês já devem ter recebido uma mensagem engraçada que mostra a diferença entre os homens e as mulheres quando vão ao shopping para comprar uma calça comprida. O homem entra pela porta principal, vira para a direita e logo, logo compra o que está querendo. A mulher não, ela sobe, desce, vira à direita, sobe, desce, sobe, vira à esquerda, entra na papelaria, vê todos os itens que estão lá para não comprar nenhum, olha de soslaio para a gostosona que passa pelo corredor e repara que ela tem 5 cravos no rosto (não são 4 ou 6, são 5), por fim entra na loja, faz a vendedora mostrar todas as calças, veste todas, analisa a sua bunda uma dezena de vezes para cada calça que veste e por último diz para a vendedora que quando tiver mais tempo, voltará lá para comprar com calma. Arre égua!

Até aí, tudo bem, somente a pobre funcionária da loja que padeceu. Mas e quando o problema é com o banheiro? Essa mesma mulher entra para fazer o seu xixi e leva pelo menos uns 10 a 15 minutos lá dentro, eu fico do lado de fora me contorcendo e ouvindo barulhos de papel higiênico sendo retirados, são pelo menos uns 6 pedaços. Depois ouço o som da calça sendo levantada e fechada e nada da mulher sair. Eu já começando a fazer exercícios dignos de um aspirante a Dalai Lama para evitar que o xixi saia, respiro pelo abdômen pausadamente, me lembro que na guerra o meu sofrimento seria muito pior e vou me controlando até conseguir urinar. Por favor meninas, existe alguma coisa tão agradável assim no banheiro feminino que eu nunca me dei conta? Me digam que eu preciso conhecer essa nova forma de prazer.

Ontem foi a gota d'água. Fui fazer ultra-sonografia e tive que tomar mil copos de água para poder realizar o exame com a bexiga completamente cheia. Terminado o exame, fui ao banheiro e nada de ninguém sair. Completamente desesperada, comecei a bater nas portas e pedi que as pessoas saíssem o mais rapidamente possível uma vez que um desastre ecológico estava prestes a acontecer. Passados uns 2 a 3 minutos eis que sai alguém. Não sei como não tive um enfarte provocado pela raiva.

Agora eu já decidi, todas as vezes que eu for a um banheiro público, vou levar o livro Guerra e Paz e relerei um capítulo por cada vez que eu fizer um xixi. Vou levar toda a mulherada ao desespero. Vamos ver se assim elas aprendem. Quando alguma amiga vier falar para mim que os homens são complicados, eu imediatamente farei a seguinte pergunta: "São mesmo? Quanto tempo você leva em um banheiro público?" Se for menos de um minuto, eu continuo conversando, se for mais, vou mandar para aquele lugar, rsrsrs.

Beijocas

Yvonne