Se todos os dias são iguais, torne-se diferente

Yvonne

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Brasileira, ariana nascida no Rio de Janeiro, morando atualmente em Guarapari, mulher, esposa e mãe. Gosto de artes em geral, de ler, de trocar idéias, de praia, de cinema, de tomar cerveja e de dar boas gargalhadas.

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ROBERTO CARLOS E O AMOR

Amigos,

Quando Roberto Carlos começou a sua carreira, eu deveria ter uns dez anos. Ele se tornou um ídolo para mim e eu sabia cantar todas as suas músicas. Quando saía um novo disco, era uma alegria imensa para as crianças e adolescentes. Curti demais a fase da Jovem Guarda com todas aquelas músicas infames que hoje eu não gostaria de forma alguma, mas naquela época eu as considerava lindas. Até hoje eu gosto e elas estão guardadas no meu coração.

Pois bem, voltando ao RC, eu tinha paixão por ele enquanto foi o rei da Jovem Guarda, depois que ele começou a ficar sério, eu fui perdendo o interesse. Comecei a achar um cara muito chato. Quando ouço suas músicas religiosas eu tenho vontade de cortar os pulsos.

Aos pouquinhos eu me tornei mais tolerante e comecei a prestar atenção em algumas de suas músicas que antes eu abominava. Tirando as religiosas que até hoje eu não gosto, pude perceber que eles fez músicas muito boas. Recentemente eu estava passeando no carro de um amigo e ele colocou o último CD do RC. Pensei cá com os meus botões: a"Caramba! Vou ter que agüentar isso até chegar a Vitória? Ninguém merece". Para minha surpresa gostei muito. O meu único senão foi um dueto com um cantor sertanejo. Achei as músicas mais leves e menos entristecidas.

O que me impressinou demais foi o grande amor que ele sentiu por essa última mulher que faleceu de câncer. Gente, eu sabia do seu sofrimento pelas revistas e jornais, mas eu não ouvia as canções que traduzem os seus sentimentos. Foi um amor imenso que marcou o seu coração de uma forma muito linda. Como sou uma uma eterna romântica, fiquei deslumbrada.

Todo ser humano gosta de ser amado, mas algumas pessoas relutam colocar para fora as suas emoções por vergonha do ridículo. Eu já acho que a gente tem que fazer declarações de amor todos os dias. Não é para ser pegajoso porque ninguém gosta, mas precisa dizer sempre o quanto aquela pessoa é especial. Se não der certo ou se o amor acabar, não há problema outros virão. Mais importante do que o objeto do amor é o sentimento que existe dentro de nós. Apesar de ainda ter muitas amarras a serem desatadas, neste aspecto eu estou com as minhas emoções em dia. Eu não tenho vergonha de dizer "Eu te amo". Roberto Carlos também não tem e por esse motivo bato palmas para ele.

Beijocas

Yvonne