Se todos os dias são iguais, torne-se diferente

Yvonne

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Brasileira, ariana nascida no Rio de Janeiro, morando atualmente em Guarapari, mulher, esposa e mãe. Gosto de artes em geral, de ler, de trocar idéias, de praia, de cinema, de tomar cerveja e de dar boas gargalhadas.

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O MUNDO CONTINUA O MESMO

Amigos,

Antes de mais nada gostaria de esclarecer que ontem não postei no Nós Por Nós porque o meu computador pifou. O meu blog pode até ficar sem postagens, mas o NPN não porque ele é muito especial para mim. Quando o problema foi solucionado já era tarde.
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Envio abaixo duas partes de uma carta escrita por um oficial romano ao seu enteado provavelmente no ano 10 D.C. Leiam:


Primeira Parte:

... Não conheço um senador cujas mãos não estejam enlameadas de suborno ou mesmo que não tenha recebido um suborno. O senado tornou-se uma organização fechada de canalhas que saqueiam o Tesouro em nome do bem-estar geral e que têm como séqüito uma populaça composta de barrigas esfaimadas e ladrões ávidos, a que dão o nome de clientes, e pelos quais exibem a mais comovedora solicitude. O destino de Roma, o destino dos contribuintes desesperados, nada é mais para eles. Que a dívida pública cresça! Que a classe média seja esmagada até morrer sob taxas, extorsões e explorações. Porque os deuses criaram a classe média senão para servir de bois de tiro para as bigas dos senadores seguidos das multidões de mendigos vorazes? Um homem honesto, um homem que trabalha e honra a cidade de Roma e a Constituição da República não é apenas um tolo. É um indivíduo suspeito. Manda-se-lhe o coletor de taxas para novos assaltos! Provavelmente, ele está pagando sua 'justa' cota de impostos. ...

E aí? O que acharam? Vocês se lembraram de algum país abaixo da linha do Equador?


Segunda Parte:

... Há dez dias, porém, fui apresentado como convidado ao Senado. Um senador declarou triste, mas nobremente, que a liderança do mundo fora colocada sobre os ombros de Roma: "Não fomos nós que escolhemos isso", disse aquele mentiroso hipócrita, articulando heroicamente as suas palavras, "mas houve a escolha do fado, ou dos deuses, ou das misteriosas forças da História." Dava assim a impressão de que a História, de uma certa maneira mítica existe acima e à parte da humanidade que faz a História! "Devemos recusar de novo esse jugo?", perguntava o vomitador de mentiras. "Devemos recusar de novo receber o que nos foi decretado porque possuímos o gênio do governo, o gênio da invenção, o gênio do trabalho produtivo? Não! Por Júpiter, não! Embora a carga seja onerosa, nós a aceitamos por amor da humanidade". ...

E agora? Se lembraram de outro país, dessa vez um exótico que fica em cima da linha do Equador???

Meus comentários:


Deus do céu! Quem foi que falou que o Império Romano acabou? O interessante é que eles tinham como símbolo a águia que foi copiada pelos nazistas e pelos EUA. Vocês agora entendem os motivos que levaram os americanos a invadir o Iraque e acabar com o Saddam? Eles aceitaram esse jugo por amor à humanidade.
Meu marido sempre diz para mim que qualquer fato que aconteça hoje já está escrito em qualquer livro furreca de História. Não existe aquela frase "Na natureza nada se cria, tudo se transforma"? Pois podemos dizer outra no que diz respeito aos fatos históricos: "Em História nada se cria, nada se transforma, tudo se copia".
Meu grande amigo virtual DO
está propondo em seu blog que coloquemos os demônios para fora, ainda que sejamos politicamente incorretos. Vamos aderir a essa campanha e lutar para que o nosso país e o mundo também tenham finalmente uma luz no final do túnel. Acho inconcebível que um fato acontecido em Roma há tanto tempo seja tão atual dessa maneira.
Não podemos culpar apenas os políticos porque eles estão lá por causa do nosso voto e se há impunidade é por causa da nossa cultura do "rouba, mas faz", "farinha pouca, meu pirão primeiro" e o famoso "jeitinho brasileiro". Li recentemente que a força da Internet, em especial a dos blogs, tem sido valiosíssima. Não estou propondo que os nossos espaços se tornem um reduto de xiitas radicais, mas se cada um puder fazer algo, que eu nem sei bem por onde começar, talvez possa haver alguma mudança.
Beijocas hoje panfletárias
Yvonne