Se todos os dias são iguais, torne-se diferente

Yvonne

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Brasileira, ariana nascida no Rio de Janeiro, morando atualmente em Guarapari, mulher, esposa e mãe. Gosto de artes em geral, de ler, de trocar idéias, de praia, de cinema, de tomar cerveja e de dar boas gargalhadas.

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MISTÉRIOS

Amigos, como estou naquela fase chata de falta de idéias, resolvi procurar um texto antigo para republicar. Esse foi de setembro de 2006:

Como dizem alguns membros de minha família, eu só chegada a um atabaque e por esse motivo narrarei algumas experiências com o mundo sobrenatural todas envolvendo pessoas conhecidas, a saber:

1a. - Uma senhora amiga da família era jovem e foi do seu estado natal para o Rio de navio para se casar. O futuro marido dela era funcionário de uma grande estatal e foi convidado a atuar no RJ. No navio ela encontrou uma senhora que disse que ela era uma médium especial e que precisava se desenvolver com urgência, pois caso contrário sofreria uma grave doença e iria ficar mutilada. Sua família, católica fervorosa, não admite em hipótese alguma esse tipo de conversa. Em 1970, ela teve câncer nos dois seios, teve que tirá-los como também ovário, útero, etc.

2a - Essa mesma senhora quando era pequena - 10 anos - acordou uma vez aos berros e saiu em disparada de casa. Nenhum adulto conseguiu alcançá-la, ela parecia voar. Se embrenhou por dentro do mato (era o interior do interior) e foi parar em uma casa, ou melhor, uma tapera. Quando os adultos chegaram lá encontraram a seguinte cena: uma mulher tendo um ataque epilético com o candeeiro derrubado no chão, o fogo se alastrando e duas crianças bem pequenas agachadas chorando. O marido tinha dado uma surra nela e por isso ela teve o ataque. Se as pessoas não tivessem ido para lá, teria morrido todo mundo. No outro dia ela acordou e não se lembrou de nada.

3a - Mais uma dessa senhora. Um belo dia estávamos eu e meu irmão na casa dela conversando quando começou o Jornal Nacional e ela teve um verdadeiro ataque e nos fez ir ao curso que a sua filha fazia para trazê-la para casa. Ela tinha tido uma visão de que uma moça clara, pequena e de cabelos louros tinha sido assassinada. Fomos correndo, interrompemos a prova que a F. estava fazendo e a levamos embora. Ficamos gozando com a cara dela, a chamamos de médium de meia tigela e tudo mais. No outro dia ela recebeu um telefonema, a enfermeira que tomou conta dela na época negra do câncer, parecidíssima com a moça, tinha sido morta pelo namorado em um ataque de ciúmes. O crime se deu um pouco antes da hora que começa o Jornal Nacional.
4a. - Minha mãe tinha um crucifixo que foi herdado da minha bisavó. Estávamos no canal da Barra, uma praia sem ondas, quando ela sentiu que o cordão quebrou e caiu no mar junto com a cruz. Ela gritou: "Meu São Judas Tadeu!" e olhou para o mar desesperada procurando o crucifixo. Pois bem, essa jóia de ouro maciço, peça da século 19, estava boiando. Eu tinha 7 anos de idade e vi esta cena, não ficarei zangada se vocês não acreditarem, pois eu não sei se eu conseguiria, mas foi verdade. A partir daquele dia, eu passei a ser devota de São Judas Tadeu. O meu pai também. O crucifixo agora é meu.

5a. - Um menino, morador do interior de São Paulo, foi atropelado por um ônibus na estrada ao voltar da escola às 6h da tarde, hora que a avó rezava para Nossa Senhora. A avó sentiu um aperto desesperado no coração e fez um pedido para o anjo da guarda do menino protegê-lo da morte. Pois bem, o garoto voou 17 metros com o baque e caiu em cima de umas pedras. Foi levado para um hospital, foi dissecado e nenhum médico constatou problema algum, só tinha leves escoriações e estava desacordado. Quando acordou o médico virou-se para ele e indagou se ele sabia o que tinha acontecido. Ele respondeu que sim, tinha sido atropelado por um ônibus, mas um anjo o carregou no colo e disse para ele que iria colocá-lo em cima de umas pedras. Deu o assunto por encerrado e disse estar morto de fome. Os médicos ficaram bestas e só deixaram o menino sair dois dias depois após uma série de exames que não deram em nada. Essa avó vem a ser a sogra de uma prima que mora em São Paulo.

6a. - Essa me foi contada por um médico de um grande hospital, o maior pronto-socorro do Rio. Os bombeiros levaram um homem para lá que tinha sido atropelado por causa de bebedeira. Nada grave. No entanto, a equipe que estava cuidando dele achou esquisito porque ele começou a falar estranho. Ele dizia assim para os médicos: "Eu falei com esse filho da puta que ele não podia beber e vejam só o que aconteceu com ele. Da próxima vez faço pior." A equipe percebeu que ele estava incorporado e de repente a tal entidade começou a dar consultas. Algumas pessoas foram falar com ele que por sinal acertou tudo e resolveu alguns problemas.

7a. - Trabalhava eu em uma agência de um grande banco, quando, em um dia de bastante movimento, um cliente que estava na fila virou-se para o caixa e disse exaustivamente, com os olhos fechados: "Larga tudo e vai para casa." Os demais clientes que estavam lá e que entendiam de Espiritismo ficaram agitados e mandaram o meu colega largar tudo e ir embora. O chefe dos caixas vendo aquela agitação toda dispensou o rapaz que pegou um táxi e foi correndo para casa. Chegando lá, sentiu um enorme cheiro de gás, arrombou a porta do banheiro e viu sua mulher caída no chão. Ela ficou uns dias em coma profundo, mas conseguiu sobreviver sem nenhum problema. A filhinha do casal que tinha meses naquela época estava no quarto dormindo.

Bom, o que seriam esses fatos? Deixo a cargo de cada um entender. São tantas coisas que não têm a menor explicação. Lembro-me bem de um médico que falou para mim e o meu irmão que a gente tivesse muito cuidado com o que falasse perto da minha mãe quando estava a morte em uma UTI. Ele nos disse que muitos pacientes com diversos problemas, no cérebro inclusive, como a minha mãe que teve AVC, conseguem ouvir o que as pessoas falam. E o que dizer da "melhora da morte"? A pessoa está morrendo, desacordada e num belo dia acorda, fala com a família, pede uma comida, lembra de um fato, lembra de outro e logo em seguida morre. Os médicos não entendem isso, mas respeitam.

O que vocês pensam a respeito de histórias do tipo?
Beijocas

Yvonne